My Cinemanalyst
Este é um espaço para apresentação de críticas cinematográficas e discussão de opiniões sobre os mais diversos filmes. Está destinado a todos os amantes da Sétima Arte e ao público em geral, que se queira informar ou participar e dar as suas sugestões.
segunda-feira, 22 de janeiro de 2018
Take 34: Voldemort: A Origem do Herdeiro
segunda-feira, 9 de maio de 2016
Take 33: Capitão América: Guerra Civil
R.: Joe Russo, Anthony Russo
I.: Chris Evans, Robert Downey Jr., Scarlett Johansson
Mais um filme de super-heróis. Mais um filme da Marvel. Pessoalmente, gosto muito deste tipo de ficção, ainda mais tendo uma acção inerente. Mas...são demasiados heróis num filme só (até o Homem-Aranha aparece) e começo a sentir que o grande objectivo de quem o faz não é deixar os fãs contentes, mas sim ter uma receita avultada assim que o filme é lançado (às vezes até antes disso) e até muito mais tarde (com o merchandise).
Volto a dizer, gosto muito do mundo da Marvel (e, já agora, da DC Comics). Mas, sinceramente, a premissa desta fita deixou algo a desejar, sendo que foi precisamente a minha curiosidade sobre o que levaria os Avengers a separarem-se que me fez ir ver o filme.
Tecnicamente, creio que não estou revelar spoilers ao dizer do que se trata a história (até porque já todos sabemos e, de qualquer forma, não é essa a razão à partida que nos faz ver este tipo de filmes). A questão é esta: os Avengers já salvaram o mundo de certas catástrofes que poderiam ter acontecido se os vilões não tivessem sido parados. No entanto, apesar de todas essas vidas salvas, os nossos heróis deixam um manto de destruição atrás, seja de cidades, prédios e até pessoas inocentes. É para último aspecto que o mundo se volta e alerta-os para o perigo em que se podem tornar se não responderem perante nenhum estado. Este "estado" seria, na verdade, as Nações Unidas mediante a assinatura dos Acordos por parte dos Avengers. Estes Acordos estão na origem da fricção entre a equipa super poderosa, dividindo-os em 2 alas: aqueles que estão a favor e querem assinar e aqueles que estão contra e que consideram a proposta uma afronta.
Em primeiro lugar, foi uma cópia completa da narrativa do filme Batman v Superman, que saiu o mês passado. Em segundo lugar, se calhar sou só eu, mas pensava que este seria um não-assunto. Parece-me óbvio que os Avengers são necessários e não devem ser vistos como um perigo, muito menos como o inimigo. Há pessoas inocentes (?) que morrem todos os dias e, se não fossem eles, essas mesmas pessoas morreriam acompanhadas de muitas, muitas mais.
A certa altura, o Visão apresenta o argumento de que o aparecimento de vilões cada vez mais fortes e perversos se deve essencialmente ao facto de os Avengers existirem e de haver pessoas que gostam de desafiar o seu poder. Essas pessoas existem de facto, mas os vilões apareceram primeiro e daí nasceu a necessidade de os super-heróis se juntarem, e não o contrário. Creio que esta ideia advém mais da sede de os Estados poderem ter acesso e controlo directo sobre uma massa de indivíduos excepcionais e prontos a ser usados como mais lhes convém (que é inclusivamente um argumento apresentado pelo Capitão América). E, no fundo, tudo se resume a isto quando, a meu ver, esta premissa não chega para um filme que procura ter um calibre à altura do mundo dos super-heróis.
Agora vou dizer o que eu gostei: adorei as interpretações. Apesar de lutarem uns contra os outros, as personagens conseguiram fazer passar o quanto isso lhes custava, mas que era "apenas" uma questão de ideologia. Inversamente ao que seria de esperar, isso fez que com se sentisse uma maior compaixão e coesão entre eles.
Gostei muitos dos efeitos especiais (como sempre) e da forma como aproveitaram as personagens que introduziram pela primeira vez...
O que me leva a falar de novo no Homem-Aranha, e na última coisa de que não gostei nesta longa-metragem. Como se não bastasse a produção em série destes filmes, já incluem também a publicidade aos próximos que sairão brevemente. E, realmente, vai agora sair um novo filme do Homem-Aranha, agora protagonizado por um novo actor (em todos os sentidos), Tom Holland.
Com isto, não pretendo inibir-vos de verem o filme se ainda não o viram. Mas incito-vos a comentar, caso já o tenham visto. Que venha o Deadpool 2!
sábado, 16 de abril de 2016
Take 32: Verdade
domingo, 3 de janeiro de 2016
Take 31: A Rapariga Dinamarquesa
sábado, 22 de agosto de 2015
Take 30: Missão Impossível - Rogue Nation
R.: Christopher McQuarrie
I.: Tom Cruise, Simon Pegg, Rebecca Ferguson
quinta-feira, 13 de agosto de 2015
Take 29: Descarrilada
terça-feira, 11 de agosto de 2015
Take 27: Mínimos
T.O.: Minions
R.: Kyle Balda, Pierre Coffin
Vozes: Sandra Bullock, Michael Keaton
O filme de animação do ano chegou e conta a história destes pequenos seres amarelos que adoram vilões e bananas! Foram vistos pela primeira vez em Gru Maldisposto como personagens secundárias mas, inesperadamente, ganharam uma fama e adoração tais por parte do público que teve de ser criada uma longa metragem em sua honra.
Devo honestamente confessar que não tenho por costume ir ver ao cinema filmes de animação (não considero que as recentes adaptações dos filmes clássicos da Disney façam parte do género), mas os mínimos cativaram-me por serem vilões bondosos, hilariantes e com uma linguagem muito própria e que, apesar disso, se entende perfeitamente.
É uma história para toda a família em que vemos todas as peripécias por que eles passaram até encontrarem Gru. Era uma verdadeira maldição porque estes nossos amigos procuravam desesperada e incessantemente um mestre da maldade a quem servir e, embora pareçam indefesos, acabavam sempre por, sem querer, matar o seu chefe. Decidam então ir a uma convenção onde estaria a autoproclamada maior vilã de todos os tempos – Scarlet Overkill –, com os seus fatos letais e capacidades manipulativas gritantes. O que depois acontece não vou revelar, porque este não é um site de spoilers, mas acreditem que se vão rir muito.
A acção é leve e simples, própria de um filme de entretenimento especialmente direccionado para crianças. Seria, no entanto, mais pedagógico que houvesse uma narrativa que tivesse um ensinamento, uma lição a tirar da história, um exemplo. Vemos, ao longo de todo o filme, a importância da amizade, mas não há nada mais a acrescentar e creio que seria relevante.
A nível da banda sonora, os sonos e as músicas condizem na perfeição com as várias partes da história. Sabemos isso porque nem notamos. Se não notamos, é porque tudo está no seu devido lugar.
O sucesso desta fita fala por si, sendo que já há um segundo filme dedicado a estes divertidos mínimos quase a sair.
Só me resta dizer: Banana!!!







