segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

Take 34: Voldemort: A Origem do Herdeiro

T.O.: Voldemort: Origins of the Heir
R.: Gianmaria Pezzato
I.: Stefano Rossi,  Rorie Stockton,  Davide Ellena
 

Finalmente saiu o filme que todos os fãs do mundo Harry Potter estavam à espera…só não é oficial.
 
Foi lançado no passado dia 13 de Janeiro o filme feito por fãs da saga sobre os herdeiros das casas de Hogwarts, nomeadamente sobre um em especial – Tom Riddle, o herdeiro de Salazar Slytherin. Conta a história de como os herdeiros de Hufflepuff, Ravenclaw, Gryffindor e Slytherin se relacionam e como este último sempre teve uma atitude diferente, caraterizada pela ambição sem limites e, o desejo de ser o melhor feiticeiro do mundo e a progressão para se tornar o Senhor das Trevas. 
 
O facto de esta “média-metragem” (tem a duração de certa de 54 minutos) não poder ser mais desenvolvida teve que ver, muito provavelmente, com inúmeros obstáculos legais que foram colocados a esta equipa. No entanto, o público em geral fez-se ouvir e o projeto acabou por avançar, embora não como tinha sido pensado inicialmente.
 
Talvez devido a esse bloqueio, creio que a narrativa não foi especialmente envolvente e por isso a história ficou um pouco a desejar. Provavelmente tal se deva a uma grande expectativa que todos tínhamos em relação a esta revelação do passado do feiticeiro mais poderoso que alguma vez existiu e que fez de Harry o rapaz mais famoso do mundo da magia.
 
Tendo em conta que se trata de uma equipa cinematográfica amadora, o talento ao nível dos efeitos especiais é bastante evidente. Por outro lado, o ator escolhido para o papel de Tom Riddle, Stefano Rossi, fez um bom trabalho e é fisicamente igual ao descrito por J. K. Rowling em Harry Potter e a Câmara dos Segredos (adaptado ao cinema por Chris Columbus, 2002).
 
No entanto, todo o filme parece ser falado noutra língua e dobrado para inglês, o que realmente não se enquadra no contexto da saga.
 
Gostava de deixar aqui uma nota: a determinação destes fãs foi inabalável e, por isso, aliado a ser a história mais interessante para um spin off do mundo da feitiçaria, são razões mais do que suficientes para a autora J. K. Rowling escrever a história cânone e que a mesma seja posteriormente adaptada à grande tela. Atrevo-me inclusivamente a dizer que é a revelação mais aguardada pelo público sempre fiel à saga.

Esperamos que o apelo seja ouvido pela Warner Brothers pela autora, porque a história merece a abordagem mais completa e profissional possível.


segunda-feira, 9 de maio de 2016

Take 33: Capitão América: Guerra Civil

T.O.: Captain America: Civil War
R.: Joe Russo, Anthony Russo
I.: Chris Evans, Robert Downey Jr., Scarlett Johansson

Mais um filme de super-heróis. Mais um filme da Marvel. Pessoalmente, gosto muito deste tipo de ficção, ainda mais tendo uma acção inerente. Mas...são demasiados heróis num filme só (até o Homem-Aranha aparece) e começo a sentir que o grande objectivo de quem o faz não é deixar os fãs contentes, mas sim ter uma receita avultada assim que o filme é lançado (às vezes até antes disso) e até muito mais tarde (com o merchandise).

Volto a dizer, gosto muito do mundo da Marvel (e, já agora, da DC Comics). Mas, sinceramente, a premissa desta fita deixou algo a desejar, sendo que foi precisamente a minha curiosidade sobre o que levaria os Avengers a separarem-se que me fez ir ver o filme.

Tecnicamente, creio que não estou revelar spoilers ao dizer do que se trata a história (até porque já todos sabemos e, de qualquer forma, não é essa a razão à partida que nos faz ver este tipo de filmes). A questão é esta: os Avengers já salvaram o mundo de certas catástrofes que poderiam ter acontecido se os vilões não tivessem sido parados. No entanto, apesar de todas essas vidas salvas, os nossos heróis deixam um manto de destruição atrás, seja de cidades, prédios e até pessoas inocentes. É para último aspecto que o mundo se volta e alerta-os para o perigo em que se podem tornar se não responderem perante nenhum estado. Este "estado" seria, na verdade, as Nações Unidas mediante a assinatura dos Acordos por parte dos Avengers. Estes Acordos estão na origem da fricção entre a equipa super poderosa, dividindo-os em 2 alas: aqueles que estão a favor e querem assinar e aqueles que estão contra e que consideram a proposta uma afronta.

Em primeiro lugar, foi uma cópia completa da narrativa do filme Batman v Superman, que saiu o mês passado. Em segundo lugar, se calhar sou só eu, mas pensava que este seria um não-assunto. Parece-me óbvio que os Avengers são necessários e não devem ser vistos como um perigo, muito menos como o inimigo. Há pessoas inocentes (?) que morrem todos os dias e, se não fossem eles, essas mesmas pessoas morreriam acompanhadas de muitas, muitas mais.

A certa altura, o Visão apresenta o argumento de que o aparecimento de vilões cada vez mais fortes e perversos se deve essencialmente ao facto de os Avengers existirem e de haver pessoas que gostam de desafiar o seu poder. Essas pessoas existem de facto, mas os vilões apareceram primeiro e daí nasceu a necessidade de os super-heróis se juntarem, e não o contrário. Creio que esta ideia advém mais da sede de os Estados poderem ter acesso e controlo directo sobre uma massa de indivíduos excepcionais e prontos a ser usados como mais lhes convém (que é inclusivamente um argumento apresentado pelo Capitão América). E, no fundo, tudo se resume a isto quando, a meu ver, esta premissa não chega para um filme que procura ter um calibre à altura do mundo dos super-heróis.

Agora vou dizer o que eu gostei: adorei as interpretações. Apesar de lutarem uns contra os outros, as personagens conseguiram fazer passar o quanto isso lhes custava, mas que era "apenas" uma questão de ideologia. Inversamente ao que seria de esperar, isso fez que com se sentisse uma maior compaixão e coesão entre eles.
Gostei muitos dos efeitos especiais (como sempre) e da forma como aproveitaram as personagens que introduziram pela primeira vez...

 O que me leva a falar de novo no Homem-Aranha, e na última coisa de que não gostei nesta longa-metragem. Como se não bastasse a produção em série destes filmes, já incluem também a publicidade aos próximos que sairão brevemente. E, realmente, vai agora sair um novo filme do Homem-Aranha, agora protagonizado por um novo actor (em todos os sentidos), Tom Holland.

Com isto, não pretendo inibir-vos de verem o filme se ainda não o viram. Mas incito-vos a comentar, caso já o tenham visto. Que venha o Deadpool 2!


sábado, 16 de abril de 2016

Take 32: Verdade

T.O.: Truth
R.: James Vanderbilt
I.: Cate Blanchett, Robert Redford, Dennis Quaid

Este filme é baseado no livro autobiográfico de Mary Mapes, que conta a história da reportagem jornalística que denuncia a alta probabilidade de George W. Bush ter mentido sobre a sua prestação no serviço militar. 

O ano era 2004 e os Estados Unidos encontravam-se em verdadeiro debate eleitoral, devido às eleições presidenciais. A corrida apresentava dois oponentes: John Kerry e George W. Bush, filho do ex-presidente, Bush. 

Mary Mapes (Cate Blanchett) e a sua equipa de investigadores, entre os quais o pivô Dan Rather (Robert Redford), que trabalham no canal de televisão CBS News, têm acesso a alguns documentos e testemunhas denunciam o facto de Bush ter conseguido evitar cumprir o serviço militar entre 1968 e 1974. A peça referia ainda que tinha tido tratamento privilegiado no seu serviço militar na Texas Air National Guard, durante a Guerra do Vietname, e que raramente aparecia na base. 

A notícia era uma história aparentemente sem falhas. Porém, no dia seguinte, começaram a pairar dúvidas sobre a autenticidade dos documentos em alguns blogues norte-americanos. Durante os meses seguintes, um painel independente foi encarregue de avaliar o caso para determinar se teriam ou não sido cometidos erros no decurso da investigação. Tanto Mapes como Rather ficaram desacreditados e com as carreiras arruinadas. A CBS, por sua vez, foi acusada de ter apressado a publicação da história – com prejuízo para a qualidade do trabalho jornalístico – com vista a prejudicar a candidatura de Bush.

Gostaria de chamar a atenção para a interpretação brilhante, mais uma vez, da actriz Cate Blanchett que, em conjunto com Robert Redford, enchem o ecrã de uma forma poderosa.
Não posso também deixar de prezar o trabalho do realizador James Vanderbilt, que já nos tinha convencido com dois filmes do Homem-Aranha e Zodiac.

Paira sempre no ar a dúvida de se a história seria realmente autêntica ou não, mas convido-vos a verem esta longa-metragem e a tirarem as vossas próprias conclusões.





domingo, 3 de janeiro de 2016

Take 31: A Rapariga Dinamarquesa

T.O.: The Danish Girl
R.: Tom Hooper
I.: Eddie Redmayne, Alicia Vikander, Ben Whishaw

A Rapariga Dinamarquesa conta a história verídica do primeiro transexual, na primeira metade do século XX, na Dinamarca - Einar Wegener (mais tarde Lili Elbe). Ao longo do filme, vamos vendo a mudança gradual que se dá em Einar e como ele se sente cada vez mais desconfortável na pele de um homem. Por outro lado, acompanhamos a relação matrimonial entre ele e Gerda (Alicia Vikander), que pretende passar a ideia de que o amor verdadeiro vai muito além da componente física e de género.



Toda a narrativa aponta para o facto de Einar Wegener sempre ter tido uma tendência mais feminina na sua forma de ser e de agir. Mas, devido à repressão familiar e social que sempre viveu, conseguiu esconder essa sua faceta durante muito tempo, até mesmo de si próprio. Mas tudo muda quando, ao posar para um quadro da sua esposa (ambos eram pintores), pôs um vestido à sua frente e gostou da sensação, do toque, da sua aparência. Desde então, o despertar, o descobrir e o desenvolver da sua verdadeira sexualidade e identidade nunca mais pararam. A relação com a sua mulher muda, e ela passa a ser o suporte principal da vida dele. Gerda acompanha Einar em toda a sua transformação para Lili, ajuda-o a encontrar um velho amigo de infância, Han Axgil, que foi primeiro amor de Einar, até às cirurgias que o permitiriam tornar-se verdadeiramente numa mulher. 

Independentemente se cada um de nós se interessa particularmente por este tema, acredito que é um filme que vale muito a pena ver, por duas razões principais: é um bom filme, que nos incita a pensar e a discutir o assunto, e pelas actuações brilhantes do início ao fim. Dou uma atenção especial a Eddie Redmayne, que já nos vem habituando a performances interessantes e muito realistas, principalmente na interpretação de Stephen Hawking (A Teoria de Tudo, 2014). Redmayne consegue mimicar na perfeição a evolução de Einar para Lili nos tiques, expressões faciais, vaidade de uma forma gradual. Qualquer mulher que veja o filme, vai identificar-se com a forma como ele interpreta o papel feminino, mesmo em aspectos que muitas vezes não se dão conta que têm e fazem. 


Gostaria também de mencionar que o papel de Alicia Vikander, enquanto Gerda Wegener, está muito bem conseguido e realista. Alicia e Eddie conseguem criar uma química entre si que torna a relação entre as suas personagens bastante plausível e óbvia para o público. 

Os meus parabéns ao realizador, Tom Hooper, pela obra que criou. Pelo que tive oportunidade de ler, nem tudo se passou como está narrado no filme, mas nem é suposto. Um filme é sempre ficcional por muitos traços realistas que possa ter. E, por isso mesmo, conseguiu uma fita apaixonante e complexa, capaz de emocionar a audiência.

A minha recomendação pessoal é que vão ver este filme. Podem nunca mais o querer ver, mas há que ser visto pelo menos uma vez. 

sábado, 22 de agosto de 2015

Take 30: Missão Impossível - Rogue Nation

T.O.: Mission: Impossible - Rogue Nation
R.: Christopher McQuarrie
I.: Tom Cruise, Simon Pegg, Rebecca Ferguson


É já o quinto filme da saga Missão Impossível e podemos ver que ainda não esgotou os cartuchos todos da qualidade a que o público já está habituado e continua a exigir, tornando estas fitas em grandes sucessos de bilheteira.




Demorou algum tempo até esta sequela ser lançada. Houve rumores até de que Tom Cruise seria substituído, mas a verdade é que o actor já está demasiado ligado à personagem principal, Ethan Hunt. Com os seus já 53 anos, continua a fazer a maioria das cenas de acção perigosas (a manobra do avisão já deu muito que falar), sem descurar a sua performance dramática. 

Demorou mas não desiludiu. Desta vez, o perigo centra-se numa organização chamada “Rogue Nation”, que se pode dizer ser uma anti-IMF, formada através de um programa criado pelo chefe dos serviços secretos britânicos, Attlee, recheado dos mais brilhantes agentes. O problema surge quando este grupo, sob a liderança de Solomon Lane, decide tornar-se independente e terrorista. Ethan Hunt e a sua equipa têm de fazer o (im)possível para os travar e impedir a extinção do IMF.

Falando na personagem de Solomon Lane, tenho algumas notas que gostaria de partilhar aqui. Em primeiro lugar, a actuação do actor Sean Harris, que já tínhamos visto em Prometheus (Ridley Scott, 2012), foi exímia. Por outro lado, tendo em conta agora a personagem em si, há uma grande complexidade inerente. Creio que é até comparável a Owen Davian, o cabecilha terrorista de Missão Impossível III (2006), interpretado por Philip Seymour Hoffman, embora este último tenha ainda um elemento mais a ser considerado - a loucura. Lane não era louco, era simplesmente brilhante tacticamente e também fisicamente. Na maioria dos filmes, vemos que o chefe da organização que o herói tem de desmantelar apenas dá as ordens e tem um grupo de pessoas para as pôr em prática, entrando em acção só na última cena em que aparece. Nesta fita em específico, vemos que o vilão é sempre activo intelectual e fisicamente, o que lhe dá uma dimensão maior ainda. Diria mesmo que poderia ser um vilão à altura de James Bond. 

É sempre bom rever o grupo de ajudantes de Hunt - Luther (Ving Rhames), Benji (Simon Pegg), a personagem mais cómica de todo o filme, e Brandt (Jeremy Runner), que já se tinha juntado à equipa desde Mission: Impossible - Ghost Protocol (Brad Bird, 2011). Sem eles, a missão nunca se teria tornado possível. Aproveitando esta homenagem às personagens, não podemos esquecer a interpretação de Alec Baldwin - Alan Hunley, o director da CIA, que tenta dissolver o IMF por achar que era realmente a coisa certa a fazer!


quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Take 29: Descarrilada


T.O.: Trainwreck
R.: Judd Apatow
I.: Amy Schumer, Bill Hader, LeBron James, John Cena

A estrela desta comédia é, sem dúvida, Amy Schumer, a artista de stand up comedy mais falada do momento. Este filme é uma expansão para o cinema do que já tem feito em vários programas televisivos, comummente denominados late night shows.

A história do filme é bastante singela, sobre uma rapariga que, por influência do pai, não acredita nem pratica a monogamia. Claro que cresce e vê-se bêbeda, com vários parceiros e faz questão de que todos sejam casuais…até que aparece “aquele” que a faz repensar todas essas escolhas e dogmas. 

Normalmente, vemos retratada dos filmes a ideia de que é mais o homem que tende a ser volúvel e a não querer relações mais sérias. Aqui, encontramos a expressão da ideia inversa ao estereótipo da sociedade – vemos o elemento do sexo feminino a fugir de compromissos e o sexo masculino a ficar desiludido. Atrevo-me a dizer que aqui o objectivo era ridicularizar a situação e fazer as pessoas pensar. É mais fácil perceber quando o género oposto está a fazer algo de errado, mas neste caso, ao fazê-lo, muitos podem aperceber-se de que podem estar a ver-se ao espelho. Se a mensagem é forte o suficiente para os mudar, acredito que a resposta seja um redondo “não”.

O investimento neste filme foi consideravelmente grande, na medida em que vemos dois gigantes (literalmente) do mundo do desporto: LeBron James (a fazer de si próprio), o herói do MBA, e John Cena, o wrestler e rapper que é, na realidade a personagem mais divertida da fita. Também aqui se jogam com os esterótipos do desportista rico mas forreta e do culturista sem cérebro, associações que não raras vezes todos fazemos.

Assim sendo, além de ser cómico, este filme é sobretudo uma sátira a vários comportamentos sociais e como devemos apercebermo-nos disso e rirmos das nossas próprias fragilidades. Nunca vamos ser perfeitos e o primeiro passo a dar é, realmente, aceitarmos e lidarmos bem com isso, para que possamos aproveitar as críticas que nos são dirigidas por forma a melhorar.

Talvez seja eu que já esteja a dar demasiada profundidade ao filme e talvez o próprio realizador não tenha pensado nisso. Mas aqui fica o meu contributo filosófico no mundo cinematográfico.

Vejam e riam, riam muito, que faz bem a tudo!

terça-feira, 11 de agosto de 2015

Take 27: Mínimos

T.O.: Minions

R.: Kyle Balda, Pierre Coffin

Vozes: Sandra Bullock, Michael Keaton



O filme de animação do ano chegou e conta a história destes pequenos seres amarelos que adoram vilões e bananas! Foram vistos pela primeira vez em Gru Maldisposto como personagens secundárias mas, inesperadamente, ganharam uma fama e adoração tais por parte do público que teve de ser criada uma longa metragem em sua honra.


Devo honestamente confessar que não tenho por costume ir ver ao cinema filmes de animação (não considero que as recentes adaptações dos filmes clássicos da Disney façam parte do género), mas os mínimos cativaram-me por serem vilões bondosos, hilariantes e com uma linguagem muito própria e que, apesar disso, se entende perfeitamente.


É uma história para toda a família em que vemos todas as peripécias por que eles passaram até encontrarem Gru. Era uma verdadeira maldição porque estes nossos amigos procuravam desesperada e incessantemente um mestre da maldade a quem servir e, embora pareçam indefesos, acabavam sempre por, sem querer, matar o seu chefe. Decidam então ir a uma convenção onde estaria a autoproclamada maior vilã de todos os tempos – Scarlet Overkill –,  com os seus fatos letais e capacidades manipulativas gritantes. O que depois acontece não vou revelar, porque este não é um site de spoilers, mas acreditem que se vão rir muito. 


A acção é leve e simples, própria de um filme de entretenimento especialmente direccionado para crianças. Seria, no entanto, mais pedagógico que houvesse uma narrativa que tivesse um ensinamento, uma lição a tirar da história, um exemplo. Vemos, ao longo de todo o filme, a importância da amizade, mas não há nada mais a acrescentar e creio que seria relevante.

 

A nível da banda sonora, os sonos e as músicas condizem na perfeição com as várias partes da história. Sabemos isso porque nem notamos. Se não notamos, é porque tudo está no seu devido lugar.

 

O sucesso desta fita fala por si, sendo que já há um segundo filme dedicado a estes divertidos mínimos quase a sair.

 

Só me resta dizer: Banana!!!