T.O.: The Twilight Saga: Breaking Dawn – Part 1
R.: Bill Condon
I.: Kristen Stewart, Robert Pattinson, Taylor Lautner
Com a crescente vaga de fãs desta saga, que aumenta a olhos vistos, é importante aproveitar as vantagens que daí podem surgir, tendo em conta o respeito por certos aspectos. Por um lado, a divisão do último livro em dois filmes é uma táctica que havíamos já verificado na saga Harry Potter e que parece dar resultado em termos de receitas geradas nas bilheteiras. Convém, porém, não esquecer que grande parte deste ávido público leu os livros e que a sua adaptação deve estar bem feita para não desiludir os milhões de admiradores, sob pena de esta táctica não resultar.
Esse é um dos pontos positivos que devem ser atribuídos a Amanhecer, em que a sequência de acontecimentos e a forma como as cenas foram concebidas respeitam em bom rigor o decorrer do romance. Desde o casamento perfeitamente organizado por Alice, à gravidez atribulada de Bella, ao constante antagonismo vampiros/lobos e à marca transmitida de Jacob para a recém-nascida Renesmee.
Devido aos inúmeros spoilers que se encontram na Internet, mesmo quem não leu o livro, sabia a história com que se ia deparar: Edward e Bella casam-se e têm uma lua-de-mel inesquecível num lugar surpresa – a Ilha Esmee, que tinha sido uma prenda de Carlisle para a sua esposa. Para surpresa de todos, pois não se pensava ser possível, Bella fica grávida de um bebé um pouco peculiar, na medida em que cresce bastante depressa, tem um coração que bate, como a mãe, e cuja dieta é sangue, parte herdada do pai.
O “feto” cedo se mostrou prejudicial para a saúde de Isabella, o que criou uma reacção negativa geral por parte da família Cullen e de Jacob. Rosalie, no entanto, era a única aliada de Bella neste período porque “a entendia”. A solução que restava para que conseguisse sobreviver seria que, após o parto, fosse injectada com o veneno de Edward, tornando-se vampira.
Estaria a visão de Alice correcta? Estaria no destino de Bella tornar-se semelhante a Edward?
Encontramos a resposta nesta longa-metragem, com o renascer duma vida e abertura de uns activos olhos vermelhos.
Uma fita com muito drama, alguma acção e risos à mistura, estão lançados os elementos-chave de um blockbuster que certamente não deixará os seus seguidores desiludidos!
Para finalizar, deixo uma nota importante aos espectadores mais distraídos ou stressados: as luzes da sala de cinema apenas de acendem quando o filme termina. Tendo este aspecto em consideração, bom filme!
R.: Bill Condon
I.: Kristen Stewart, Robert Pattinson, Taylor Lautner
Com a crescente vaga de fãs desta saga, que aumenta a olhos vistos, é importante aproveitar as vantagens que daí podem surgir, tendo em conta o respeito por certos aspectos. Por um lado, a divisão do último livro em dois filmes é uma táctica que havíamos já verificado na saga Harry Potter e que parece dar resultado em termos de receitas geradas nas bilheteiras. Convém, porém, não esquecer que grande parte deste ávido público leu os livros e que a sua adaptação deve estar bem feita para não desiludir os milhões de admiradores, sob pena de esta táctica não resultar.
Esse é um dos pontos positivos que devem ser atribuídos a Amanhecer, em que a sequência de acontecimentos e a forma como as cenas foram concebidas respeitam em bom rigor o decorrer do romance. Desde o casamento perfeitamente organizado por Alice, à gravidez atribulada de Bella, ao constante antagonismo vampiros/lobos e à marca transmitida de Jacob para a recém-nascida Renesmee.
Devido aos inúmeros spoilers que se encontram na Internet, mesmo quem não leu o livro, sabia a história com que se ia deparar: Edward e Bella casam-se e têm uma lua-de-mel inesquecível num lugar surpresa – a Ilha Esmee, que tinha sido uma prenda de Carlisle para a sua esposa. Para surpresa de todos, pois não se pensava ser possível, Bella fica grávida de um bebé um pouco peculiar, na medida em que cresce bastante depressa, tem um coração que bate, como a mãe, e cuja dieta é sangue, parte herdada do pai.
O “feto” cedo se mostrou prejudicial para a saúde de Isabella, o que criou uma reacção negativa geral por parte da família Cullen e de Jacob. Rosalie, no entanto, era a única aliada de Bella neste período porque “a entendia”. A solução que restava para que conseguisse sobreviver seria que, após o parto, fosse injectada com o veneno de Edward, tornando-se vampira.
Estaria a visão de Alice correcta? Estaria no destino de Bella tornar-se semelhante a Edward?
Encontramos a resposta nesta longa-metragem, com o renascer duma vida e abertura de uns activos olhos vermelhos.
Uma fita com muito drama, alguma acção e risos à mistura, estão lançados os elementos-chave de um blockbuster que certamente não deixará os seus seguidores desiludidos!
Para finalizar, deixo uma nota importante aos espectadores mais distraídos ou stressados: as luzes da sala de cinema apenas de acendem quando o filme termina. Tendo este aspecto em consideração, bom filme!
Continua... tens jeito! Sempre agradável ler uma opinião bem informada...
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